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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Assistir para produzir o próprio vídeo
Ao registrar um projeto desenvolvido com uma turma da escola em que trabalho, resolvi reler trechos do texto "Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias audiovisuais e telemáticas" de José Manuel Moran e compartilhar o que considero que neste trabalho possa exemplificar, além da pesquisa dirigida utilizando webquest e o papel do professor como mediador, os usos de vídeo:
- como sensibilização (para o tema trabalhado, por parte da professora da turma);
- como conteúdo de ensino (para análise da linguagem do gênero documentário);
- e como produção documental e expressiva (videoprodução do documentário da turma).
Clique nos links a seguir para ler tais registros:
Sustentabilidade: tema para programas de TV produzidos pelos alunos
Sustentabilidade: documentário finalizado!
Sustentabilidade: tema para programas de TV produzidos pelos alunos
Sustentabilidade: documentário finalizado!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
E com a palavra... Rubem Alves!
Para completar o post anterior, o grande educador, teólogo e psicanalista Rubem Alves...
sábado, 6 de outubro de 2012
O papel do professor diante das novas tecnologias
"Conteúdo dado é conteúdo trabalhado".
"Tem algum filminho aí que fale sobre esse assunto pra eu passar pros alunos?"
"Preciso trabalhar isso com a minha turma. Acho que vou pedir uma pesquisa na internet.[ E para os alunos:] Abram o Google e pesquisem esse tema."
"Preciso trabalhar isso com a minha turma. Acho que vou pedir uma pesquisa na internet.[ E para os alunos:] Abram o Google e pesquisem esse tema."
Muitas vezes, os mesmos professores que condenam a primeira sentença utilizam largamente as demais, sem pensar que a visão de ensino é a mesma ao considerar vídeo exibido como conteúdo trabalhado; ou acreditar que ensinar procedimento de pesquisa é deixar os alunos pesquisarem no Google sem seleção prévia dos sites pelo professor ou sem roteiro de pesquisa e aceitar a simples cópia do conteúdo sem a devida leitura e reflexão (o clássico "control C, control V") por parte do aluno. A necessidade de transformação mora não apenas nos meios utilizados para abordagem dos conteúdos, mas em como o professor concebe o ensino.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
A criança e a influência da TV
A TV tem um apelo irresistível com suas cores, jingles, programas e campanhas publicitárias que ecoam em nosso subconsciente sem nos darmos conta. A multiplicidade de canais sensoriais que são alcançados por esse meio de comunicação (assim como a internet, sendo esta última com mais potência ainda!) favorece que a mensagem chegue ao telespectador com tal velocidade e constância que acumulamos informações quase que invariavelmente de modo acrítico.
Em uma sociedade em que os meios de comunicação ocupam o lugar de babá, os pequenos são alvos fáceis, por exemplo, para o marketing que estimula o consumo. Como bom exemplo, veja uma tirinha de Quino com sua impagável Mafalda!
Não é à toa que os debates a respeito da propaganda tendo o público infantil como alvo andam tão exacerbados ultimamente...
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