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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Assistir para produzir o próprio vídeo

Ao registrar um projeto desenvolvido com uma turma da escola em que trabalho, resolvi reler trechos do texto "Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias audiovisuais e telemáticas" de José Manuel Moran e compartilhar o que considero que neste trabalho possa exemplificar, além da pesquisa dirigida utilizando webquest e o papel do professor como mediador, os usos de vídeo:

  •  como sensibilização (para o tema trabalhado, por parte da professora da turma);
  •  como conteúdo de ensino (para análise da linguagem do gênero documentário);
  •  e como produção documental e expressiva (videoprodução do documentário da turma).

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

sábado, 6 de outubro de 2012

O papel do professor diante das novas tecnologias

"Conteúdo dado é conteúdo trabalhado".
"Tem algum filminho aí que fale sobre esse assunto pra eu passar pros alunos?"
"Preciso trabalhar isso com a minha turma. Acho que vou pedir uma pesquisa na internet.[ E para os alunos:] Abram o Google e pesquisem esse tema."

Muitas vezes, os mesmos professores que condenam a primeira sentença utilizam largamente as demais, sem pensar  que  a visão de ensino é a mesma ao considerar  vídeo exibido como conteúdo trabalhado; ou acreditar que ensinar procedimento de pesquisa é deixar os alunos pesquisarem no Google sem seleção prévia dos sites pelo professor ou sem roteiro de pesquisa e aceitar a simples cópia do conteúdo sem a devida leitura e reflexão (o clássico "control C, control V") por parte do aluno. A necessidade de transformação mora não apenas nos meios utilizados para abordagem dos conteúdos, mas em como o professor concebe o ensino.