"Tem algum filminho aí que fale sobre esse assunto pra eu passar pros alunos?"
"Preciso trabalhar isso com a minha turma. Acho que vou pedir uma pesquisa na internet.[ E para os alunos:] Abram o Google e pesquisem esse tema."
"Preciso trabalhar isso com a minha turma. Acho que vou pedir uma pesquisa na internet.[ E para os alunos:] Abram o Google e pesquisem esse tema."
Muitas vezes, os mesmos professores que condenam a primeira sentença utilizam largamente as demais, sem pensar que a visão de ensino é a mesma ao considerar vídeo exibido como conteúdo trabalhado; ou acreditar que ensinar procedimento de pesquisa é deixar os alunos pesquisarem no Google sem seleção prévia dos sites pelo professor ou sem roteiro de pesquisa e aceitar a simples cópia do conteúdo sem a devida leitura e reflexão (o clássico "control C, control V") por parte do aluno. A necessidade de transformação mora não apenas nos meios utilizados para abordagem dos conteúdos, mas em como o professor concebe o ensino.
A mediação do professor é essencial no processo de "ensinagem", como definido por Anastasiou, no qual a parceria entre professor e aluno é a base da construção do conhecimento.
Atualmente, as tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) estão presentes na vida de todos, de uma forma ou de outra. O Brasil é grande consumidor de telefones celulares, sendo que uma parte da população possui até mais do que um aparelho. Os aparelhos de televisão estão presentes em praticamente 100% dos lares. As músicas de novelas, desenhos e filmes invadem as rádios, os horários de lazer e até mesmo o recreio escolar.A internet cada vez mais ganha espaço na vida das pessoas...
A mediação do professor é essencial no processo de "ensinagem", como definido por Anastasiou, no qual a parceria entre professor e aluno é a base da construção do conhecimento.
Atualmente, as tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) estão presentes na vida de todos, de uma forma ou de outra. O Brasil é grande consumidor de telefones celulares, sendo que uma parte da população possui até mais do que um aparelho. Os aparelhos de televisão estão presentes em praticamente 100% dos lares. As músicas de novelas, desenhos e filmes invadem as rádios, os horários de lazer e até mesmo o recreio escolar.A internet cada vez mais ganha espaço na vida das pessoas...
Não adianta lutar contra as inovações tecnológicas, mas também não podemos encará-las como a salvação da Educação.Elas podem ampliar o repertório de informações de nossos alunos, facilitando o acesso às mesmas ao diminuir algumas barreiras físicas, entretanto a produção de conhecimento dependerá de como o professor organizará o processo de discussão das informações captadas, integração dos conhecimentos prévios com as novas informações e reelaboração de hipóteses a fim de internalizar o conhecimento.
Só o contato superficial com a linguagem multimídia não garante a apreensão da informação e por isso acredito que o professor nunca perderá sua importância no processo educativo, seja presencial seja à distância. Assim, acredito mesmo que professor não pode concorrer com a internet, mas não no sentido derrotista de que o mesmo perderá seu espaço para esse poderoso meio de informação e sim de que não deva fazer da internet uma inimiga, mas utilizá-la em seu favor, como aliada.
"Faremos com as tecnologias mais avançadas o mesmo que fazemos conosco, com os outros, com a vida.Se somos pessoas abertas, iremos utilizá-las para nos comunicarmos mais, para interagirmos melhor. Se somos pessoas fechadas, desconfiadas, utilizaremos as tecnologias de forma defensiva, superficial. Se somos pessoas autoritárias, utilizaremos as tecnologias para aumentar o nosso poder. O poder da interação não está fundamentalmente nas tecnologias mas nas nossas mentes." (Moran, 1998,p.63).
Em minha opinião, aliar as novas tecnologias ao nosso dia-a-dia pedagógico de forma significativa é o grande desafio do professor do século XXI!
Referências bibliográficas:
ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos. Ensinar, aprender, apreender e processos de ensinagem. Disponível em: http://eventos.unipampa.edu.br/seminariodocente/files/2011/03/Oficina-10-Estrat%C3%A9gias-metodol%C3%B3gicas.pdf. Acesso em: 05 out 2012.
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2000.8ª ed.
Só o contato superficial com a linguagem multimídia não garante a apreensão da informação e por isso acredito que o professor nunca perderá sua importância no processo educativo, seja presencial seja à distância. Assim, acredito mesmo que professor não pode concorrer com a internet, mas não no sentido derrotista de que o mesmo perderá seu espaço para esse poderoso meio de informação e sim de que não deva fazer da internet uma inimiga, mas utilizá-la em seu favor, como aliada.
"Faremos com as tecnologias mais avançadas o mesmo que fazemos conosco, com os outros, com a vida.Se somos pessoas abertas, iremos utilizá-las para nos comunicarmos mais, para interagirmos melhor. Se somos pessoas fechadas, desconfiadas, utilizaremos as tecnologias de forma defensiva, superficial. Se somos pessoas autoritárias, utilizaremos as tecnologias para aumentar o nosso poder. O poder da interação não está fundamentalmente nas tecnologias mas nas nossas mentes." (Moran, 1998,p.63).
Em minha opinião, aliar as novas tecnologias ao nosso dia-a-dia pedagógico de forma significativa é o grande desafio do professor do século XXI!
Referências bibliográficas:
ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos. Ensinar, aprender, apreender e processos de ensinagem. Disponível em: http://eventos.unipampa.edu.br/seminariodocente/files/2011/03/Oficina-10-Estrat%C3%A9gias-metodol%C3%B3gicas.pdf. Acesso em: 05 out 2012.
MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2000.8ª ed.



É isso mesmo Naira, precisamos usar as NTICS para potencializarmos nossas qualidades pedagogicas e não para substitui-las...
ResponderExcluirAbs
profa Glaucia